É esse o buraco que o Re.Alise Pro fecha. Ele sabe quanto tempo de cada serviço é espera, abre essa janela na agenda e deixa encaixar outra cliente ali dentro. O resto do aplicativo é agenda, ficha, lembrete e caixa, que toda profissional já precisa. A janela é o que ninguém mais entrega.
A profissional cadastra o tempo total do serviço e qual pedaço dele é de espera. A partir daí a agenda para de tratar a progressiva como um bloco fechado de quatro horas.

Na quinta-feira a progressiva da Vanessa aparece partida em dois pedaços, das nove às dez e das onze às treze. No meio fica a faixa listrada marcada como livre: é a hora em que o produto está agindo e a profissional fica com as mãos livres.
Nessa quinta a janela está vazia, esperando alguém. Numa agenda comum ela nem apareceria, porque as quatro horas estariam trancadas em um bloco só.

Na lista, que é a tela que abre primeiro, a janela da quinta aparece escrita: livre pra encaixar, com o horário exato.
Logo acima, na quarta, dá pra ver a mesma coisa já ocupada. A selagem da Débora está partida do mesmo jeito e a escova da Renata entrou no meio, das 12:55 às 13:25. Duas clientes no intervalo em que caberia uma. Como a janela está tomada, ela não aparece mais como livre.
As telas deste documento saíram da conta de demonstração que está no ar. Os nomes e valores são de exemplo, e nenhuma cliente real aparece aqui.
A agenda você já viu acima. As outras quatro são estas, todas pensadas para o celular e para serem usadas em pé, com a mão ocupada.

InícioSão quatro caminhos. O número em cima de Lembretes mostra quantas clientes estão na hora de chamar.

Minhas ClientesQuem está com manutenção atrasada aparece marcado, sem ela precisar procurar.

LembretesA mensagem abre pronta no WhatsApp dela, com o nome da cliente. Ela lê e toca em enviar.

Minha CaixinhaEntrada e saída do mês. Todo atendimento concluído cai aqui sozinho, com o valor.
Percorri o formulário que a Suemi mandou, pergunta por pergunta, e reescrevi a ficha do aplicativo em cima dele. O que existia antes era um modelo genérico de salão.

Saber que a cliente já alisou não decide nada. Saber que ela tem hidróxido no fio decide, porque tioglicolato por cima quebra o cabelo. É por isso que a pergunta de vocês é pelo ativo e não pelo nome comercial.
Então o aplicativo não repete o que está escrito na ficha. Ele avisa o que não fazer, e diz há quanto tempo foi a química anterior.
Sem serviço cadastrado não existe duração, e sem duração não existe pausa. Uma conta que nasce vazia esconde o encaixe justamente na primeira semana de quem ainda está decidindo se fica.

Na primeira vez que ela entra, o aplicativo explica o encaixe e oferece os cinco serviços já com os tempos preenchidos. Um toque e a agenda dela já funciona.
O tempo vem sugerido, o preço não. Preço é de cada uma, e um valor chutado entraria calado no controle financeiro dela como faturamento que nunca existiu.
Não existe download na App Store nem na Play Store. Ela abre o endereço no navegador e manda salvar na tela de início. Depois disso o ícone fica junto dos outros aplicativos e abre em tela cheia, sem a barra do navegador em cima.
Tem que ser pelo Safari. Pelo Chrome do iPhone essa opção não aparece.
Pelo Chrome, que é o navegador que já vem no aparelho.
As duas estão no formulário que a Suemi mandou e nenhuma delas está no aplicativo hoje.
O processo de vocês termina com a cliente assinando o termo de isenção e autorizando o uso da imagem. Isso tem peso jurídico próprio e não dá para improvisar dentro da ficha: precisa ser peça separada, com o texto revisado por quem entende.
Sete dias para pedir, quinze para concluir, só no Protocolo Liss. O aplicativo já sabe gerar lembrete com prazo, então é encaixar essa regra no motor que existe. Só falta confirmar se ela vale igual para todas as profissionais.
Os números aqui são a proposta que mandei pra Suemi, não um acordo fechado. Estão escritos para vocês conferirem antes de decidir.
A conta de uma assinatura, mês a mês
Não há outro custo por profissional no plano de R$69. O aplicativo roda em servidor que já existe, e o login está em plano gratuito, então mais uma assinante não gera despesa nova além da taxa do cartão.
É opcional, e quem quiser as duas coisas paga R$ 149. O motivo de ficar fora: cada número de WhatsApp conectado custa de R$ 37,80 a R$ 59 por mês, por profissional, todo mês, mais o consumo de inteligência artificial. O que sobra desses R$ 80 paga o número e a operação, então é custo repassado e não lucro de produto.
A secretária ainda não está aberta e o aplicativo sozinho não tem custo por cliente. Dá para colocar as primeiras profissionais para usar e ver a venda acontecer sem risco nenhum de despesa. Quando a secretária abrir, quem quiser liga com um toque dentro do aplicativo, e quem não quiser continua nos R$ 69.
O botão ao lado já abre por dentro, sem senha e sem cadastro, numa conta de exemplo com clientes, agenda e ficha já preenchidos.
Pode mexer em tudo, apagar, criar. Toda madrugada ela volta sozinha ao estado certo, então o link pode circular entre quantas profissionais vocês quiserem sem uma atrapalhar a outra.